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Caminhoneiro que matou homem e baleou ex-mulher se entrega

Mesmo com a apresentação espontânea, ele segue preso e deve ter sua prisão temporária convertida em preventiva, sem prazo para expirar.

A delegada regional Jocelaine Braz Batista e equipe da 12ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Porangatu se deslocaram à Delegacia de Investigações de Homicídio (DIH), em Goiânia, para acompanhar o caso do caminhoneiro Junio Vagner Moura Gomes, de 45 anos, que se entregou na tarde deste domingo (16).

Ele é suspeito de matar o pedreiro Gilvan de Jesus de 36 anos e de atirar no rosto da ex-mulher, a professora Gleide Batista dos Santos (41), em Nova Crixás, na manhã da quinta-feira (13).

A motivação para o crime teria sido o fato de Gilvan estar curtindo as fotos de Gleide nas redes sociais. E mesmo, o casal estando separado há dois anos, depois que Gleide teria descoberto que Junio a traía, o caminhoneiro não aceitava o fim da relação.

Gilvan foi morto com um tiro na nuca. Gleide foi socorrida passou por cirurgia no Hospital Governador Otávio Lage (Hugol), em Goiânia, e está se recuperando. A mulher tinha uma medida protetiva que conseguiu na Justiça de Goiás contra o ex-marido por ameaça de morte.

O carro que o caminhoneiro usou para fugir foi encontrado abandonado às margens do Rio Araguaia, próximo à cidade, em um de difícil acesso em uma fazenda. Mesmo com a apresentação espontânea, ele segue preso e deve ter sua prisão temporária convertida em preventiva, sem prazo para expirar.

Júnio responderá por homicídio e tentativa de feminicídio.

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